Youpper apresenta pesquisa inédita ‘Mães, Influência e Consumo’

Fui convidada para um evento super ‘cabeça’ que prometia falar sobre a influência da maternidade em diversas questões, mas, infelizmente não consegui participar! Mesmo assim, venho aqui compartilhar com vocês tudo o que a pesquisa, apresentada no evento, nos mostra!
O evento reuniu Cris Guerra, Maria Ribeiro, Diego Oliveira e Mari Belém e a pesquisa traz dados super interessantes! Deem só uma olhada!

A Youpper – Consumer & Media Insights, empresa de consultoria transdisciplinar de comunicação capitaneada por Diego Oliveira e Marcelo Santos, lança a pesquisa inédita ‘Mães, Influência e Consumo’. Trata-se da primeira onda de um estudo multidimensionado de consumo/uso de produtos ou serviços e traços de comportamento realizado no universo das mães digitais no Brasil, que terá periodicidade semestral.

O objetivo é acompanhar as transformações contemporâneas que permeiam o universo maternal e as suas relações com os filhos e o consumo. Trata-se de um estudo profundo sobre a vida materna e todas as relações que estão associadas a ela. Para além do senso comum, a pesquisa apresenta sentimentos, expectativas, afetos e consumo, revelando comportamentos relacionados aos filhos e ao universo familiar e profissional, no mundo on e offline. “Esse trabalho indica expectativas, sentimentos, angústias, alegrias e desafios da maternidade, na perspectiva de vários segmentos de mães. E também como tudo isso influencia o consumo das mães e dos filhos na contemporaneidade”, afirma Oliveira.

75% das mães brasileiras que acessam a internet e foram ouvidas pelo estudo buscam informações sobre experiências reais que envolvam o universo maternal em blogs, fóruns, redes sociais e canais digitais de vídeo. Elas querem ouvir mães de verdade (user experience) a respeito da qualidade de produtos, prestação de serviço e marcas para economizar tempo e dinheiro. Isso indica que o mercado precisa entregar às mães uma comunicação na qual estas consumidoras tenham direito a voz e possam se posicionar honestamente a respeito das suas práticas de consumo. Outra conclusão do estudo é que não são as marcas, diretamente, que influenciam as mães, mas, principalmente, as vivências de outras mães com as marcas é que determinam o consumo de produtos pelas mulheres que experienciam a maternidade.

Sobre os papéis que as mães têm na determinação do consumo em seu núcleo familiar, o estudo aponta que é preciso pensar em dois grandes fatores quando se fala de consumo: o econômico e o social. Antes o papel econômico costumava ser um privilégio dos homens. Com a entrada das mulheres no mercado de trabalho e a crescente ascensão ao lugar de chefe de família (43% das entrevistadas), esta função hoje é partilhada e 78% delas declararam que dividem em pé de igualdade com os seus parceiros decisões que envolvem os gastos da renda familiar. No caso do papel social, descobrimos que as mães decidem quando se trata de saúde, educação, alimentação, bem-estar, higiene, brinquedos e, cada vez mais, também respondem pela escolha de aparelhos eletrônicos para o lar e para os filhos.

Foram ouvidas pouco mais de 300 mulheres de todas as regiões brasileiras, sendo que a pesquisa foi realizada por meio de um painel nacional online com mães de todas as idades e números de filhos, nas classes A, B e C. Os temas abordados foram lifestyle, compras e consumo, universo online, sentimentos, auto conceito, percepções, interesses gerais e específicos, desafios, diferenças comportamentais, atuação e participação nas redes sociais. Da amostra ouvida, 6 em cada 10 mães já tem filhos e não quer ter mais; 3 em cada 10 são mães e querem ter mais filhos; enquanto 1 em cada 10 tem filhos e encontra-se grávida.

Entre as características das mães brasileiras, o estudo indica que 5 em cada 10 mães se consideram inteligentes, bem humoradas, maduras, tradicionais e engraçadas, mas não se consideram na moda, nem fitness, porém, também não se sentem tristes. Como mães, as mulheres ouvidas acreditam que são mães presentes (43%), participativas (38%), preocupadas (37%), companheiras (32%). São amigas (30%), felizes (24%), compreensivas (18%), antenadas (11%), cobradoras (9%), tradicionais (9%), controladoras (7%), cansadas (6%), grudentas (5%), modernas (5%), curiosas (5%), ocupadas (4%), desconfiadas (4%), culpadas (2%), ideais (2%), reservadas (1%) e mal humoradas (1%). Nenhuma delas se considera triste ou distante.

Para as entrevistadas, as alegrias de ser mãe são muitas, mas 30% delas não sabe explicitar quais são exatamente, enquanto 25% indica que ver os filhos crescendo felizes e saudáveis é a maior alegria. Outros 18% acham que a maior alegria de ser mãe é ter uma relação afetiva a vida toda. Quando se trata de desafios, 43% acha que educar os filhos é o mais importante, enquanto 40% indica oferecer educação de qualidade e 33% aponta ensinar sobre o mundo de forma ética.

Já no universo digital, 95% das mães tem perfil no Facebook, 60% estão no Instagram e 22% tem perfil no Twitter e no Pinterest. 95% delas utilizam o WhatsApp para se comunicar e 55% acessam frequentemente o YouTube. Entre seus principais interesses nas redes sociais, 24% das entrevistadas indicaram ser as histórias reais de mães e filhos, enquanto 21% aponta o gosto por novidades e novos aprendizados. Perguntadas sobre onde buscam o conteúdo sobre maternidade que consomem, as mulheres apontam os blogs ‘Mamãe de primeira viagem’, ‘Agora sou mãe’, ‘Macetes de mãe’, ‘Papo de mãe’ e ‘Para Beatriz’ como os mais acessados.

Para ter acesso a mais detalhes do conteúdo dessa primeira etapa da pesquisa ‘Mães, Influência e Consumo’, clique aqui.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *